
Num papo descontraído, Naiana, de 23 anos e que dança desde os 5 falou um pouco dessa paixão. Ela não esconde de ninguém o amor pelo que faz. Com um lindo sorriso no rosto e os olhos brilhando, revela:
“A dança é a minha vida, não tem como descrever esse sentimento!”

A dança nos traz bons sentimentos, uma sensação inexplicável. Além de ser um agente social. Dança é arte, arte é cultura. Mas infelizmente no Brasil não se pode viver, se dedicar exclusivamente a isso. A valorização quase não existe. Falta investimento, um “olhar” com mais carinho.
Apesar das dificuldades encontradas pelos artista, a bailarina não desanima:
“Tem que ter mais apresentações e uma divulgação melhor. Só nos interessamos por aquilo que vemos. A dança vem ganhando cada vez mais espaço, só que precisa de mais. Hoje ainda é impossível viver só de dança.”
Quem vê Naiana encantando nos palcos, não imagina que a dança entrou na sua vida meio que como uma obra do destino. Após sair de uma aula de capoeira, presenciou uma aula de dança. Foi amor à primeira vista. Largou a capoeira e começou a dançar. Até hoje não parou.
Emocionada, ela passa uma mensagem em homenagem ao dia da dança e para todos aqueles que amam essa arte:
“Dance como se não houvesse o amanhã!

Naiana Souza, atualmente faz parte do Grupo Corpo que dança- Uma companhia independente do IFBA (Instituto Federal da Bahia), na qual é uma das fundadoras e única remanescente da formação original.
